segunda-feira, 9 de junho de 2008

dar descarga. tampar as panelas. fechar a porta da sala pro porcão não entrar no meu quarto. desligar o modem do computador quando sair da Internet. não abrir a geladeira sem necessidade. apagar o fogo do fogão. não fazer xixi no banheiro da minha mãe. quando chegar em casa não deixar a chave do carro dentro da minha bolsa. apagar a luz do compartimento que eu sair. não deixar copo em cima da mesa do computador. não espalhar minhas roupas pela cama quando eu chegar de algum lugar. não colocar a toalha em cima da cama também. ponta de cigarro no jardim e no quintal, também não pode. não molhar o chão do banheiro e principalmente, nunca, NUNCA, deixar o pano de enxugar os pés do BANHEIRO torto ou fora do lugar. lembrar que dentro de casa existem outras pessoas comem. fechar o portão grande quando passar por último. biquine molhado dentro do roupeiro também é foda, fede Priscila! som alto com minha mãe no carro é o cúmulo do desrespeito, principalmente se for escutando, vetania, raul seixas, no doubt. sair e não esquecer nada, se for guia de consulta então, nossa!!! ... e por aí segue a lista!

dá pra acreditar que a maioria das vezes eu faço tudo o contrário? é triste! mas é a realidade. quando eu vou dizer as seguintes frases:
"foi mal"
ou
"eu esqueci"
sempre escuto um grito em seguida:
"eu não acredito"


não é imudície nem desleixo, são coisas da cabeça mesmo, da minha, por certo são extremamente irritantes. acho que não vou morrer tão cedo, daqui pra lá melhorarei em uns dois quesitos. pelo menos o leito do meu filho, as trocas de fralda, estão sendo no horário. certinhas. dele não dá pra esquecer, sério! juro!

1 comentários:

Bella disse...

é, pri, a questão tem a ver também com nossa disposição em nos moldarmos às exigências alheias. claro que enquanto não tivermos na nossa própria casa (digo, onde a gente comanda), o ônus do "se curvar" é inteiramente nosso e é preciso ter muito jogo de cintura para se equilibrar nisso aí.

minha mãe detestava a bagunça que eu fazia no banheiro dela (e eu só gosto de usar ele). adaptei-me e aprendi a sair deixando tudo organizado. e estou certa: é o espaço dela, né?

mas tem coisas que dizem respeito ao meu espaço também (como o meu quarto, meu carro) e preciso ter liberdade dentro dele para extravasar minhas manias e inclusive minha desorganização. é regra básica.

conclusão que tiro: 1. moldar-se ao espaço do outro é extremamente válido e necessário. 2. castrar nossas características genuínas em nosso espaço e não ter direito algum a desorganização é golpe baixo. rs...
:*