ui! é bom voltar depois de tanto tempo... perdida não sei onde e não queiram nem saber com quem. sei que é bom escrever transparências novamente, me sentir bem o suficiente pra não ficar escrevendo um monte de coisas melancólicas e tristes nas quais eu estava me habituando a narrar. chega né? ufa! aprendi com a dor, mas é bom só aprender com ela e transformar o aprendizado em alegria.
no mais...
1. estou com um dor terrível na coluna e ninguém sabe o que é. foi depois que sai ontem do centro espírita.
2. não se espantem! mudei muito. :)
3. a ivete tá grávida! babado demais isso.
4. preciso conseguir uma credencial pra ver o show do cordel do fogo encantado na bienal do livro aqui em fortaleza
5. sabe um dos motivos pelo qual eu desisti de ser jornalista? pelo sensacionalismo! alguém fala mais do caso da isabela nardoni? não! muita gente não sabe nem o fim que levou o pai e a madrasta da criança! mal tudo isso sarou, agora a imprensa só fala em eloah, nayara, lindenberg e santo andré... até quando vão se importar? justiça? e alguém aqui sabe o que é justiça?
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
segunda-feira, 7 de julho de 2008
é triste uma pessoa ser lembrada por momentos ruins. nunca me preocupei com o que os outros pensam da minha vida ou da minha personalidade, o que eu quero fazer faço e pronto, sou tão impulsiva (e isso não é uma qualidade) que por diversas vezes me pego pensando em como tive a opção de escolher caminhos e na hora não pensei no que seria melhor pra mim. então não é a questão de você se preocupar com o que os outros estão ou não falando de você, mas você fazer questão de ser agradável, porque ser desagradável é um dos piores defeitos de uma ser humano. e quando alguém é assim, puxa para si a ignorância, a mentira, a falsidade e por aí vai...
hoje eu penso assim, estou controlando melhor meus sentimentos, meus impulsos e tentando acertar mais do que simplesmente mandar todo mundo pra caixa prego, mandar para esse lugar eu mando quando quem está por perto tá se metendo mais na minha vida do que o que deve.
você conviver com uma pessoa durante meses e ver que ela é absolutamente desagradável é ruim e traz consigo o desprezo, que não deve ser sentido. por isso me preocupo sim em agradar as pessoas, não é querer ser legal demais, é questão de bom senso e no futuro a gente sempre percebe se valeu a pena ou não.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
tudo ainda está novo, com aquele cheiro de inesperado que trás os melhores dos friozinhos na barriga, e tem coisa melhor do que isso? não há coisa mais bela do que as surpresas que a vida nos trás, mesmo que depois elas se transformem em experiências.
do lado de cá espero, sentada, calada e gritando por dentro. espero pelo novo, pelo belo, pelo mal, pelo bem, não interessam suposições futuras de algo que nos faz rir no presente. meu filho me faz acordar todas as manhãs, meu amigos são rosas, minha mãe é ponte, não há mais nada do que a tal felicidade dentro de mim.
então que os caminhos se façam e estradas se desviem cada vez mais. porque nada é ao acaso e tudo o que amamos e adoramos verdadeiramente, sempre ficam em nossa casa, naquele mundo do lado de lá, onde nada acaba e tudo se constrói.
do lado de cá espero, sentada, calada e gritando por dentro. espero pelo novo, pelo belo, pelo mal, pelo bem, não interessam suposições futuras de algo que nos faz rir no presente. meu filho me faz acordar todas as manhãs, meu amigos são rosas, minha mãe é ponte, não há mais nada do que a tal felicidade dentro de mim.
então que os caminhos se façam e estradas se desviem cada vez mais. porque nada é ao acaso e tudo o que amamos e adoramos verdadeiramente, sempre ficam em nossa casa, naquele mundo do lado de lá, onde nada acaba e tudo se constrói.
terça-feira, 10 de junho de 2008
tem quase um ano que estão "juntos" e as coisas entre os dois nunca pareceram normais. é o típico "amor" cheio de problemas, mas que nem por isso deixa de ser amor. houve mais dor que saúde, houveram mais lágrimas que sorrisos, mas a tal saúde e os supostos sorrisos foram intensos. intensos demais para serem esquecidos como se nunca tivessem existido. ela sabe, onde há mais tristeza que alegria o erro também permanece. Eles correram contra o tempo, contra pessoas, andaram por ruas escuras, pularam em matas perigosas demais. Ele, achando que nunca ia perdê-la. E ela, sonhando que ele poderia mudar.
Que não são um casal normal, só ela sabe disso. Ele, ela, ninguém se cansa de ser gente? Sorrisos, saúde, dor, lágrimas, não foram o suficiente para os dois, ambos são mentirosos, falsos, medíocres. O erro é sempre de quem aceitou e de quem fez. Não julgue, não culpe. Você não sabe de nada, você não entende nada! Nem seus momentos de lucidez.
O que é normal? Isso muda o tempo inteiro. Então os dois não estão tão errados diante de seus feitos. Também não me interessa mais saber o fim que terão, se é que o fim já não chegou. Antes assistia a tudo com os olhos brilhando, eles brilhavam como nunca tinham brilhado por outra história antes. Mas já tá tudo ficando normal demais e eu não gosto de coisas comuns que no lugar de serem normais, deveriam me surpreender.
Que não são um casal normal, só ela sabe disso. Ele, ela, ninguém se cansa de ser gente? Sorrisos, saúde, dor, lágrimas, não foram o suficiente para os dois, ambos são mentirosos, falsos, medíocres. O erro é sempre de quem aceitou e de quem fez. Não julgue, não culpe. Você não sabe de nada, você não entende nada! Nem seus momentos de lucidez.
O que é normal? Isso muda o tempo inteiro. Então os dois não estão tão errados diante de seus feitos. Também não me interessa mais saber o fim que terão, se é que o fim já não chegou. Antes assistia a tudo com os olhos brilhando, eles brilhavam como nunca tinham brilhado por outra história antes. Mas já tá tudo ficando normal demais e eu não gosto de coisas comuns que no lugar de serem normais, deveriam me surpreender.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
dar descarga. tampar as panelas. fechar a porta da sala pro porcão não entrar no meu quarto. desligar o modem do computador quando sair da Internet. não abrir a geladeira sem necessidade. apagar o fogo do fogão. não fazer xixi no banheiro da minha mãe. quando chegar em casa não deixar a chave do carro dentro da minha bolsa. apagar a luz do compartimento que eu sair. não deixar copo em cima da mesa do computador. não espalhar minhas roupas pela cama quando eu chegar de algum lugar. não colocar a toalha em cima da cama também. ponta de cigarro no jardim e no quintal, também não pode. não molhar o chão do banheiro e principalmente, nunca, NUNCA, deixar o pano de enxugar os pés do BANHEIRO torto ou fora do lugar. lembrar que dentro de casa existem outras pessoas comem. fechar o portão grande quando passar por último. biquine molhado dentro do roupeiro também é foda, fede Priscila! som alto com minha mãe no carro é o cúmulo do desrespeito, principalmente se for escutando, vetania, raul seixas, no doubt. sair e não esquecer nada, se for guia de consulta então, nossa!!! ... e por aí segue a lista!
dá pra acreditar que a maioria das vezes eu faço tudo o contrário? é triste! mas é a realidade. quando eu vou dizer as seguintes frases:
"foi mal"
ou
"eu esqueci"
sempre escuto um grito em seguida:
"eu não acredito"
não é imudície nem desleixo, são coisas da cabeça mesmo, da minha, por certo são extremamente irritantes. acho que não vou morrer tão cedo, daqui pra lá melhorarei em uns dois quesitos. pelo menos o leito do meu filho, as trocas de fralda, estão sendo no horário. certinhas. dele não dá pra esquecer, sério! juro!
dá pra acreditar que a maioria das vezes eu faço tudo o contrário? é triste! mas é a realidade. quando eu vou dizer as seguintes frases:
"foi mal"
ou
"eu esqueci"
sempre escuto um grito em seguida:
"eu não acredito"
não é imudície nem desleixo, são coisas da cabeça mesmo, da minha, por certo são extremamente irritantes. acho que não vou morrer tão cedo, daqui pra lá melhorarei em uns dois quesitos. pelo menos o leito do meu filho, as trocas de fralda, estão sendo no horário. certinhas. dele não dá pra esquecer, sério! juro!
sentir-se dormente é algo que me dá prazer. embora isso não seja tão bonito pra minha mãe quanto é pra mim, talvez por isso me pareça tão interessante. gosto de não estar dependendo de nada e nem de ninguém, descobri que gosto da liberdade e de tudo o que ela traz junto de suas inúmeras proporções. gosto de estar "só", de não dar satisfações, embora muitas delas ainda sejam dadas, mas ainda assim com o sentimento da tal liberdade. estou falando com quem devo, dizendo o que e para onde pra quem devo. isso é importante!
ando me enganando com algumas coisas também, mentir pra si mesmo de vez em quando faz as coisas parecerem normais, lendo parece contradição, não é, as vezes as coisas boas se confundem, mas são boas.
sábado, 7 de junho de 2008
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